A Amazônia
vista pelos olhos da ciência:
Como tenho observado
desde 2000, os boatos a respeito são recorrentes, sobretudo
entre estudantes secundaristas em busca de “confirmação”
de algo que vem sendo alimentado por fraudadores profissionais e
seriamente motivados. Mesmo correndo o risco de decepcionar esse
tipo de público, tenho a obrigação de informar
que a maior parte do que circula na internet a esse respeito pertence
ao reino do mítico e do imaginário, para não
dizer ao terreno das fraudes deliberadas.
Os interessados em uma
informação séria, de base científica,
sobre os problemas da Amazônia, podem consultar o dossiê
que elaborei com materiais da revista
Ciência
Hoje
Um dossiê recente
(2005) sobre a Amazônia encontra-se em dois números
especiais da revista do IEA-USP:
número
53 e número
54
Antes, a mesma revista
Estudos Avançados já tinha dedicado dois
outros números especiais ao mesmo tema:
número
45 e número
46
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Amazônia internacional?
Sem pretender parafrasear
frases famosas, poderíamos aplicar à questão
dos chamados “mapas amazônicos” uma variante
de duas famosas expressões da literatura política:
“Nunca, tão poucos enganaram tanta gente durante
tanto tempo”.
Este dossiê
se ocupa de um fenômeno singular
da história recente da internet no Brasil: a persistente
disseminação de “notícias” sobre
a suposta existência de projetos americanos em torno da
“internacionalização” da Amazônia.
Como a página está
em construção, agradeceria se você pudesse
me reportar links quebrados ou defeituosos no seguinte contato:
pralmeida@mac.com
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Os boatos
amazônicos:
Os estudantes de jornalismo
encontrarão aqui um farto material para algum trabalho sobre
como se disseminam as fraudes cibernéticas.
Introdução
a uma fraude recorrente
Índice
Geral da coleção de documentos sobre a "fraude
amazônica"
1.
Primeira onda de boatos, maio-junho de 2000
2. Segunda onda de boatos, outubro
de 2000
3. Terceira onda de boatos, novembro-dezembro
de 2001
4. Quarta onda de boatos, junho
julho de 2002; nova peça bizarra em fevereiro de 2003
5.
Possível começo de um quinta onda de boatos: 1º de
junho de 2003
Nota
do Departamento de Estado dos EUA sobre o caso
(Confesso que este tema
já me cansou um pouco, mas sempre parece haver "demanda
no mercado" para mais boatos, o que corresponde, obviamente
a uma das grandes paranóias nacionais.)
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