Relações
internacionais e política externa do Brasil:
história
e sociologia da diplomacia brasileira
Paulo Roberto de Almeida
Prefácio
à primeira edição:
Na diplomacia, entre a história e as ciências humanas
Apresentação
à segunda edição:
Avanços metodológicos, diversidade analítica, produção
em alta
1.
Introdução ao estudo das relações internacionais
do Brasil
1.
O tema
2.
Os conceitos
3.
Os métodos
4.
As fontes
5.
Periodização temática
2.
Historiografia brasileira de relações internacionais
1.
Relações internacionais do Brasil: da diplomacia à
academia
2.
Pandiá Calógeras: o Clausewitz da política externa
3.
Hélio Vianna: as elites bem comportadas
4.
Delgado de Carvalho: o fatual de qualidade
5.
A reorientação dos estudos de relações
internacionais
6.
Cervo e Bueno: o ideal desenvolvimentista
7.
José Honório Rodrigues: a recuperação da
história diplomática
8.
Novas etapas: da academia de volta à diplomacia?
9.
A produção recente: acadêmicos e diplomatas em constante
diálogo
3. Diplomacia comercial:
de Bretton Woods e Havana à OMC
1. A reconstrução
econômica do pós-guerra: entre protecionismo e liberalismo
2. De Bretton Woods a Havana
3. OIC: a primeira
organização para o comércio mundial
4. O GATT e as rodadas de
negociações tarifárias
5. Comércio desigual: os
países em desenvolvimento
6. A Rodada Uruguai: os novos temas e a
agricultura
7. O surgimento de uma nova
organização para o comércio: a OMC
8. Uma nova configuração
para o comércio internacional
9. A Organização Mundial do
Comércio: a última das três irmãs
10. A OMC: mais democrática que as
instituições de Bretton Woods?
11. O fim de Bretton Woods?
4. Diplomacia financeira:
o Brasil e o FMI, de 1944 a 2003
1. Os dois conceitos de Bretton Woods: instituições e políticas
2. O sistema monetário internacional desde a conferência de Bretton Woods
3. A crise do sistema monetário internacional e o “não-sistema” pós-1973
4. Condicionalidades econômicas e soberania nacional: o modelo de Bretton Woods
5. O “modelo de Bretton Woods” e a “nova arquitetura financeira internacional”
6. O Brasil em Bretton Woods: sem a dimensão do desenvolvimento
7. O FMI em sua primeira fase: inconsistências sistêmicas
8. Juscelino Kubitschek dá inicio à demonização do FMI
9. O regime militar e o FMI: boas relações, sem dependência
10. O Brasil redemocratizado e o FMI: más relações, com dependência
11. Encontros e
desencontros dos anos 90: o FMI e as crises financeiras
12. Outubro-dezembro de
1998: o Brasil volta ao FMI
13. O Brasil, a globalização financeira e o sistema de Bretton Woods
Anexos: Acordos e relações do Brasil com o FMI, 1944-2002
Quadro 1: Brasil: histórico do relacionamento
com o FMI, 1944-2003
Quadro 2: Brasil: acordos formais estabelecidos
com o FMI, 1958-2003
5.
A ideologia da política externa: sete teses idealistas
1. Os objetivos nacionais permanentes
2. A independência nacional
3. O interesse nacional e a
cooperação internacional
4. A "graduação"e
o status de país em desenvolvimento
5. A integração regional e
o ingresso em foros restritos
6. A imagem internacional do Brasil
7. Avaliação do instrumento
diplomático brasileiro
6.
A política da política externa: o papel dos partidos politicos
1.
Uma problemática pouco freqüentada
2.
Partidos políticos e política externa no Brasil: desencontros
3.
A retirada dos partidos políticos da política externa: 1930-1945
3.1.
Pouca política externa e muitos partidos políticos: o primeiro
período Vargas, 1930-1937
3.2.
Nenhum partido político e muita política externa: os anos de guerra
e a redemocratização, 1937-1945
4.
Os partidos políticos sem política externa: 1945-1964
4.1.
Os programas dos partidos no pós-guerra, 1945-1961
4.2.
A "política externa" dos partidos políticos: o regime
constitucional de 1946
4.3.
Os partidos políticos na política externa: a experiência
parlamentarista, 1961-1963
5.
A política externa sem partidos políticos: 1964-1985
5.1.
Poucos partidos políticos e várias políticas externas: o
longo período autoritário, 1965-1979
5.2. Vários partidos
políticos e uma política externa: a abertura política do
multipartismo limitado, 1979-1985
6.
O retorno dos partidos políticos à política externa:
1985-1989
6.1. Muitos partidos políticos e
a busca de uma política externa: a redemocratização
6.2. A Constituição de 1988
e as relações internacionais do Brasil
6.3. As emendas constitucionais da ordem econômica: abrindo o Brasil
6.4. Novo realismo na política externa: diálogo entre os partidos e a diplomacia
7.
A política
externa nas campanhas presidenciais,
de 1989 a 2002
1.Excesso de partidos e nenhuma política
externa: a campanha de 1989
2. Reformando a ordem internacional?: a
campanha presidencial de 1994
3.
A globalização
em questão: a campanha presidencial de 1998
4.
O FMI, a Alca e as negociações comerciais: a campanha presidencial
de 2002
8.
A economia da política externa: a ordem internacional e o progresso
da Nação
1.
O problema da inserção internacional: possibilidades e limites
2.
A diplomacia do "primário": postura reativa com grande abertura
internacional
3.
A diplomacia do "secundário": desenvolvimentismo e fechamento
externo
4.
Uma diplomacia do "terciário"?: a nova inserção
internacional do Brasil
5.
Uma economia política do futuro: os desafios à frente
9.
A sociologia institucional do multilateralismo brasileiro (1815-2003)
1.
A diplomacia econômica do Brasil no contexto mundial
2.
As relações internacionais do ponto de vista da diplomacia
econômica
3.
Relações econômicas internacionais do Brasil em perspectiva
histórica
4.
As novas bases da diplomacia econômica multilateral
5.
O Brasil no sistema econômico internacional; rupturas e continuidades
6.
Acordos multilaterais e instituições internacionais de 1815
a 2003
7.
Perfil institucional do multilateralismo econômico do Brasil, 1856-2003
8.
As relações econômicas internacionais do Brasil na era da
globalização
Bibliografia
de relações internacionais e de política externa do Brasil
Notas sobre
os trabalhos incluídos neste volume
Biobibliografia
do Autor